Há 9 anos
sábado, 15 de outubro de 2011
Subindo em caixas!!!
No dia 24 de agosto, o Gui nos surpreendeu com uma nova bagunça: subiu numa caixa sozinho! A mamãe estava trabalhando no escritório, enquanto o Gui estava brincando. De repente o Gui deu uma risada, daquelas de alguém que fez bagunça, e a mamãe olhou para trás e viu que ele estava sentado em cima de uma caixa olhando uma foto que havia pego dentro de uma delas. Nós nos perguntávamos como ele havia conseguido fazer isso... então, a mamãe tirou ele de cima da caixa e pediu que subisse novamente e foi assim que descobrimos como ele conseguiu essa nova façanha!!!
domingo, 9 de outubro de 2011
Nova ressonância da coluna cervical
No dia 23 de agosto o Guilherme fez uma nova ressonância da coluna cervical. Para poder realizar o exame, o médico anestesista utilizou a máscara laríngea para sedar o Guilherme. O procedimento foi tranquilo, sem intercorrências.
Dessa vez, conseguimos conversar com o médico radiologista que iria analisar as imagens da ressonância. Explicamos para ele que queríamos avaliar a suspeita de instabilidade na cervical do Gui. Falamos que o Dr. Vanderson (médico ortopedista do Gui), orientou que, se possível, posicionassem o pescoço do Guilherme em flexão e extensão para melhor avaliar a coluna cervical. Ele explicou que seria possível fazer o exame em flexão, mas não em extensão.
O resultado do exame demonstrou que a cifose na cervical do Guilherme persiste, mas sem instabilidade e sem pressionar a medula.
Logo após recebermos o resultado da ressonância, também tivemos uma oportunidade única, pois o Wagner foi para os Estados Unidos a trabalho e conseguiu discutir os exames da coluna do Guilherme com o Dr. Mackenzie, que é uma autoridade no tratamento de pessoas com nanismo. As notícias também foram boas, pois esse médico disse que não é necessária nenhuma intervenção cirúrgica no momento e, em muitos casos, essa cifose se corrige naturalmente. Então, o que temos que fazer é manter a rotina de exames semestrais para ir acompanhando a coluna cervical do Gui.
Agora iremos para Curitiba para o Dr. Luis Eduardo (especialista em coluna) também avaliar o Guilherme e seus exames.
Dessa vez, conseguimos conversar com o médico radiologista que iria analisar as imagens da ressonância. Explicamos para ele que queríamos avaliar a suspeita de instabilidade na cervical do Gui. Falamos que o Dr. Vanderson (médico ortopedista do Gui), orientou que, se possível, posicionassem o pescoço do Guilherme em flexão e extensão para melhor avaliar a coluna cervical. Ele explicou que seria possível fazer o exame em flexão, mas não em extensão.
O resultado do exame demonstrou que a cifose na cervical do Guilherme persiste, mas sem instabilidade e sem pressionar a medula.
Logo após recebermos o resultado da ressonância, também tivemos uma oportunidade única, pois o Wagner foi para os Estados Unidos a trabalho e conseguiu discutir os exames da coluna do Guilherme com o Dr. Mackenzie, que é uma autoridade no tratamento de pessoas com nanismo. As notícias também foram boas, pois esse médico disse que não é necessária nenhuma intervenção cirúrgica no momento e, em muitos casos, essa cifose se corrige naturalmente. Então, o que temos que fazer é manter a rotina de exames semestrais para ir acompanhando a coluna cervical do Gui.
Agora iremos para Curitiba para o Dr. Luis Eduardo (especialista em coluna) também avaliar o Guilherme e seus exames.
domingo, 2 de outubro de 2011
Evolução da fala
O Guilherme faz terapia fonoaudiológica desde os 7 meses de idade. No início as terapias eram semanais, onde a fono fazia uma estimulação global. Nossa maior preocupação era em relação ao palato aberto, mas a Angela (fono) nos dizia que a fenda palatina do Guilherme era pequena e isso não iria dificultar muito a fala dele.
O Guilherme sempre teve uma linguagem compreensiva muito boa, mas tinha dificuldade em representá-la através da fala. Então sempre estimulávamos ele imitando o som dos animais, principalmente contando histórias. Suas principais dificuldades na fala estavam nas palavras com sons orais, como o “papa”. Então, a fono sempre nos orientou para estimular nele esses sons, para que depois da cirurgia do palato ele não viesse a compensar sua fala com sons posteriores. Então, começamos a utilizar um massageador nos lábios do Gui para ele sentir que também poderia fazer sons labiais.
O Guilherme sempre teve uma linguagem compreensiva muito boa, mas tinha dificuldade em representá-la através da fala. Então sempre estimulávamos ele imitando o som dos animais, principalmente contando histórias. Suas principais dificuldades na fala estavam nas palavras com sons orais, como o “papa”. Então, a fono sempre nos orientou para estimular nele esses sons, para que depois da cirurgia do palato ele não viesse a compensar sua fala com sons posteriores. Então, começamos a utilizar um massageador nos lábios do Gui para ele sentir que também poderia fazer sons labiais.
Após três meses da cirurgia do palato começamos a perceber uma evolução na fala do Guilherme. Ele começou a pronunciar novas palavras e imitar diferentes sons.
O vídeo abaixo mostra ele imitando o som do cavalo, é claro que do jeito dele, mas para nós já foi uma grande conquista, pois ele começou a experimentar os sons labiais. Vejam a felicidade dele ao conseguir imitar o som!!!
Nesse vídeo o Gui falou o nome da Maria, uma amiga que ele conheceu aqui em Santa Maria, mas que mora na Espanha.
E assim vai nosso menino, a cada dia vencendo os obstáculos e nos surpreendendo!
O vídeo abaixo mostra ele imitando o som do cavalo, é claro que do jeito dele, mas para nós já foi uma grande conquista, pois ele começou a experimentar os sons labiais. Vejam a felicidade dele ao conseguir imitar o som!!!
Nesse vídeo o Gui falou o nome da Maria, uma amiga que ele conheceu aqui em Santa Maria, mas que mora na Espanha.
E assim vai nosso menino, a cada dia vencendo os obstáculos e nos surpreendendo!
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